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  • MINISTÉRIO DA CULTURA
  • 02/10/2017

Em Curitiba, ministro defende a Cultura como ativo econômico e fator de aproximação entre os povos

Em Curitiba, ministro defende a Cultura como ativo econômico e fator de aproximação entre os povos

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, participou, neste sábado (30), da inauguração da Bienal Internacional de Curitiba (PR), no Museu Oscar Niemeyer. Durante o evento, o ministro defendeu a Cultura como ativo econômico e como fator de congregação entre povos. Também estiveram presentes o governador do Paraná, Carlos Alberto Richa, e o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, entre outras autoridades.

O ministro salientou que a Cultura tem uma importância transcendente para a inclusão social, para a formação da identidade cultural nacional e para o aumento do sentimento de pertencimento, mas que tem também uma dimensão econômica.

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"Nós precisamos trabalhar (essa dimensão), sobretudo em um País como o nosso que tem na diversidade cultural um front de desenvolvimento ainda não devidamente explorado", disse. "Essa é uma das bandeiras que empunhamos à frente do Ministério da Cultura", completou.

A Bienal, apoiada pelo MinC por meio da Lei Rouanet, segue aberta ao publico até 25 de fevereiro de 2018. Reúne, em 100 espaços de Curitiba obras de 425 artistas. A expectativa é que 1 milhão de pessoas passem pelo evento.

Ao lembrar que a China é o país homenageado da Bienal deste ano, Sérgio Sá Leitão elogiou o país asiático que, segundo ele, está entre os poucos países que sabem aproveitar a Cultura como ativo econômico. "Na Bienal há a aproximação de países distantes geograficamente e até culturalmente, mas que estão se tornando mais próximos e, aqui, por meio da arte", complementou.

O governador do Paraná , Carlos Alberto Richa, comparou a Bienal a um símbolo de aproximação entre os dois povos. "A China se tornou um de nossos maiores parceiros comerciais. O Paraná elevou mercadorias em direção aos portos chineses e aumentou também as importações desse país", exemplificou.

Largo da China

Ainda na capital paranaense, o ministro também participou da inauguraçao do Largo da China, espaço dedicado à amizade entre Brasil e China. Estiveram presentes o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, o secretário estadual de Cultura do Paraná, João Luiz Fiani, e o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, entre outras autoridades.

Durante a inauguração, o ministro elogiou a forma como a China trabalha a dimensão econômica da Cultura, que deve ser um exemplo para o Brasil. "Nossa cultura é o principal ativo econômico e social do nosso País. Gera negócios, emprego e renda", afirmou.

O governo chinês doou uma escultura em bronze denominada "Confúcio", obra do renomado artista chinês Wu Weishan, medindo 3m de altura e pesando 1.200 kg. A obra ficará como um legado da participação da China como país homenageado na Bienal de Curitiba 2017.

O prefeito de Curitiba falou sobre a importância do espaço. "No momento em que a China abre os olhos para Curitiba, queremos que esta estátua do largo seja um portal de amizade e comércio, de intercâmbio cultural e humanitário", declarou.

Durante o evento, o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, falou sobre Confúcio, pensador que difundiu valores como os da sabedoria e confiabilidade. "Nomear esse espaço como Largo da China com a estátua de Confúcio reflete o carinho do povo brasileiro com a China e o apoio entusiasta de intercâmbio entre os dois países", disse. "Confúcio é um pensador de mais de mil anos, que criou a doutrina do confucionismo e que exerceu grande influência na identidade chinesa".

O secretário estadual de Cultura do paraná também enfatizou a importância de Confúcio . "Foi importante pelo que pensava sobre moralidade e integridade dos seres humanos e é isso que buscamos", contou.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura